Público-alvo: Toda a comunidade
Duração: 60-120 minutos (dependendo do percurso)
Calendarização: Todos os dias úteis, mediante marcação prévia
Público-alvo: Toda a comunidade
Duração: 60-120 minutos (dependendo do percurso)
Calendarização: Todos os dias úteis, mediante marcação prévia
Descrição: Visitas guiadas por um dos cinco percursos pedestres circulares da Quinta de S. Francisco.
Neste espaço florestal com 14 hectares, podem ser observados diversos habitats florestais e encontradas mais de 400 espécies de flora nativa e exótica, dos quatro cantos do mundo, incluindo centenas de árvores centenárias, das mais altas do país.
Associada a esta riqueza florística, existe também uma elevada diversidade animal, particularmente avifauna, que pode ser observada.
Objetivo: Sensibilizar a sociedade para a importância da floresta, como fonte de serviços e recursos ecológicos e económicos. Salientar-se-á as semelhanças e diferenças entre as florestas naturais e as florestas de produção e a necessidade de ambas.
Alertar para a conservação da biodiversidade e contribuir para a distinção entre espécies nativas, exóticas e invasoras. Permitir a exploração dos habitats da floresta – desde o solo até à copa mais alta. Mostra de tipos de folhas, árvores de folhas caducas e persistentes, tipos de cascas e cheiros das plantas e observação de características das plantas (flores e tipos de frutos, ciclos de vida). Mostrar como se mede uma árvore, como as árvores ajudam a criar e manter o solo.
Referência obrigatória à história da Quinta de S. Francisco, a Jaime de Magalhães Lima, ilustre aveirense criador do inestimável património aqui presente e ao RAIZ - Instituto de Investigação da Floresta e Papel.
Público-alvo: 1.º, 2.º e 3.º CEB e Secundário
Duração: 60-90 minutos
Descrição: Visita guiada a um dos maiores viveiros florestais da Europa, com uma área de 20 hectares. Esta unidade de produção, está equipada com tecnologia avançada e inovadora, contribuindo para a produção de mais de 8 milhões de plantas clonais de eucaliptoEm Espirra, é igualmente produzida uma grande diversidade de outras espécies florestais e ornamentais. Cerca de 40% das plantas produzidas neste viveiro, destinam-se à florestação das áreas detidas pela The Navigator Company e a restante quantidade é vendida ao mercado.
Objetivo: Dar a conhecer o “berço da floresta”. Destacar o processo de produção de plantas mais utilizado no viveiro de Espirra – a propagação vegetativa através de estaca ou miniestaca. O visitante terá a oportunidade em participar nesta fantástica experiência, com a produção e plantação de uma estaca. Pode ainda conhecer o parque de pés mãe, espaço onde estão instaladas as plantas produtoras de rebentos, com origem de clones selecionados; as casas de sombra e, por fim, a oportunidade em conhecer a área da Miniestacaria.
Calendarização: Atividade decorre em simultâneo com a atividade “Aprendendo cultivando na Floresta – clonagem no viveiro”. Encontra-se limitada a grupos pequenos, até 15 pessoas. Apenas mediante marcação prévia e confirmação de disponibilidade por parte dos Viveiros Aliança.
Público-alvo: Educação Pré-escolar, 1.º, 2.º e 3.º CEB
Duração: Até 60 minutos
Descrição: Leitura de contos didáticos sobre a floresta em ambiente florestal. A leitura dos contos será feita nos bancos históricos que Jaime de Magalhães Lima espalhou pela Quinta de S. Francisco e à sombra de árvores monumentais, com mais de 100 anos de idade. As histórias serão escolhidas de acordo com escalão etário de cada grupo a partir de livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura, com temas sobre a floresta e a sustentabilidade, seguidas de perguntas simples sobre a história e que significado pode ter no mundo real.
Objetivo: Promover os hábitos de leitura, curiosidade e a interpretação de histórias. Sensibilizar a comunidade para a importância da floresta como fonte de serviços não tangíveis, de ordem paisagística, espiritual, histórico-culturais, assim como serviços recreativos e de bem-estar. Despertar nos mais novos o imaginário e a criatividade relacionado com as florestas, as quais são fonte de muitas histórias, mitos e lendas, que povoam o imaginário humano, promovendo igualmente o gosto pela escrita.
Calendarização: Atividade limitada a grupos pequenos, até 25 pessoas. Todos os dias úteis, dependendo das condições meteorológicas e mediante marcação prévia.
Público-alvo: Educação Pré-escolar, 1.º, 2.º e 3.º CEB
Duração: 90 minutos
Descrição: Jogo didático, de sorte e saber sobre a floresta, tipo jogo da glória em que os peões são as crianças. Possui dois níveis de dificuldade e questões de resposta múltipla. Apropriado para ser jogado por equipas. Normalmente é uma atividade associada aos Percursos Botânicos da Quinta de S. Francisco, permitindo uma consolidação dos conhecimentos adquiridos, mas que pode ser usado isoladamente. O jogo aborda questões sobre a floresta portuguesa, biodiversidade e cultura geral.
Objetivo: Permitir aprender mais sobre as florestas de uma forma descontraída e lúdica. Sensibilizar a comunidade para a importância da floresta, conservação do ambiente e biodiversidade. Incentivar o espírito competitivo em equipa e o saber sobre as florestas.
Calendarização: Todos os dias úteis, mediante marcação prévia
Público-alvo: Toda a comunidade.
Duração: 120 minutos
Descrição: Plantio de árvores e arbustos florestais contribuindo para a reflorestação da Quinta de S. Francisco.
Objetivo: Promover o contacto com a natureza e a terra. Mostrar como se planta uma árvore ou arbusto. Falar das espécies plantadas, com o objetivo de espicaçar a curiosidade dos jovens pela floresta, botânica e utilidade das plantas. Sensibilizar a comunidade para a importância da floresta e da reflorestação.
Calendarização: Atividade realizada no Dia Internacional da Floresta e Dia Mundial da Árvore (disponível apenas nas 4 semanas centradas no dia 21 de Março). Dependente das condições meteorológicas e sempre mediante agendamento e marcação prévia.
Público-alvo: Toda a comunidade.
Duração: 120 minutos
Descrição: Peddy Paper em equipas, que permite a descoberta da Quinta de S. Francisco, abordando questões sobre os locais observados, história, espécies existentes, floresta e cultura geral. No início do jogo são entregues as perguntas, com um mapa e restantes materiais do Peddy Paper. Para além das respostas certas, o tempo também é um fator de desempate em caso de igualdade pontual.
Objetivo: Sensibilizar os visitantes para a importância da floresta, de uma forma prática e competitiva. Permitindo a descoberta de alguns exemplares monumentais e espaços singulares da Quinta de S. Francisco. Contribuir para que as novas gerações possam ter experiências enriquecedoras num ambiente florestal biodiverso e fiquem a conhecer a história deste local e de Jaime de Magalhães Lima.
Calendarização: Atividade apenas disponível para grupos, para ser jogada em equipas. Todos os dias úteis, mediante marcação prévia.
Público-alvo: Toda a comunidade.
Duração: 60 minutos
Descrição: A Quinta de S. Francisco é muito rica em avifauna, tendo sido aqui observadas e inventariadas pelo menos 69 espécies de aves. Esta atividade permite a observação de aves em ambiente florestal, ao longo de três habitats distintos, bosque caducifólio, vegetação ripícola e eucaliptal centenário. Atividade a decorrer no percurso 2 da Quinta de S. Francisco, ao longo do passadiço marginal à vala e junto dos tanques e lago da mesma. Durante esta atividade é recomendado o uso de roupas de cores discretas e silencio quase absoluto.
Objetivo: Proporcionar o contacto com natureza, em diferentes habitats florestais e permitir o conhecimento de diferentes espécies de avifauna características da área. Sensibilizar os visitantes para a importância da floresta, como fonte verdadeiramente tridimensional de habitats. Permitir a identificação de aves comuns através da observação (visual e binocular) e do som, com o auxílio de guias e panfletos dedicados. Constatar a importância dos cursos de água e os bosques ripícolas como fontes de refúgio para a biodiversidade. A observação de aves para além ser uma atividade agradável, permite a recolha de dados científicos, sendo hoje considerada como uma importante ferramenta de educação ambiental.
Calendarização: Atividade limitada a grupos pequenos, até 15 pessoas, durante a primavera e verão, mediante marcação prévia.