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Bios e Florys

A Carolina Duarte, de 6 anos, e a Francisca Martim, de 9 anos, quando a tia as desafiou a desenvolver uma mascote para o projeto Floresta do Saber, elas não perderam tempo e inspiraram-se naquilo que já conhecem da floresta e naquilo que ela nos dá, na biodiversidade e sustentabilidade.

Falámos com a Carolina e com Francisca e estamos fascinados com a originalidade, com conhecimento que detêm sobre a floresta e a biodiversidade e com a vontade imensa que têm em protegê-la.

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Apresentaram duas mascotes para a Floresta do Saber. Como se chamam e qual o conceito associado?

As nossas mascotes são o Bios – simboliza a biodiversidade e a Florys – simboliza a Floresta. Elas são “as mascotes da Biodiversidade: da Floresta ao Papel.” A ideia de darem as mãos surge para demonstrar que devem caminhar juntas, lado-a-lado, na proteção do ambiente e da biodiversidade, desde a floresta à produção de pasta e papel.

Em que é que se inspiraram para chegar a estas mascotes?

A inspiração surgiu numa caminhada pela floresta onde fomos recolhendo flores, folhas e outras partes do eucalipto. Explicámos a ideia à nossa tia que nos trouxe um bocadinho de pasta. A ideia inicial foi utilizar a maior diversidade possível de materiais.

O que significa, para ambas, ver as mascotes Bios e Florys selecionadas para um projeto relacionado com a Floresta e serem as suas primeiras Embaixadoras?

Estamos muito orgulhosas pelo reconhecimento dado às nossas mascotes. Será com muito entusiasmo que iremos mostrar aos nossos colegas e professoras, que as nossas mascotes foram selecionadas, e divulgarmos o Floresta do Saber.

O que gostariam de encontrar neste projeto quando o visitarem pela primeira vez?

Gostaríamos de reconhecer que o nosso contributo foi útil para incentivar outras crianças para a importância das questões florestais, sua conservação e preservação.

 

A Carolina Duarte e a Francisca Martim frequentam o 1º e 3º anos, respectivamente, na EB1 Regalheiras, Agrupamento de Escolas do Paião, e o gosto pelas questões da floresta e sustentabilidade surgiu com a chegada da primeira revista “Dá a Mão à Floresta”. O facto de pertenceram a uma Escola Azul, também, lhes incutiu o gosto pelas questões ligadas ao mar e aos oceanos. A Floresta não poderia ter melhores embaixadoras hoje e no futuro.